segunda-feira, 30 de março de 2015

Inferno Comunista no Brasil & A Esperança nos Gurus do Desespero

 

 

No Brasil, um pouco e antes e durante o processo das eleições presidenciais realizadas em 2014, um fenômeno sociológico notável ocorreu no país. Boa parte da população dava mostras de intensa preocupação. 

 

Foi como se as pessoas estivessem despertando de um entorpecimento do entendimento. Dizem que o país 'acordou. E muitos teriam preferido morrer dormindo porque o despertar foi mergulhar na realidade de um pesadelo. O pesadelo do Comunismo sendo implantado a passos largos bem debaixo do seu nariz.  

 

E então, todos começaram uma angustiante corrida contra o tempo. Apanhados de surpresa, esbarram-se entre avalanches de informações e ideias salvadoras. Mas, olhe-se a multidão: o fato é que não sabem exatamente para onde ir, o que fazer, a quem dirigir o desesperado pedido de socorro. O Comunismo avança. 

 

Neste sufoco, os brasileiros buscam sequiosos qualquer palavra que saia da boca de seus gurus de última hora, embora sejam incapazes de processar essas informações na elaboração de um pensamento próprio. 

 

Dizem os gurus:


- Vão para as ruas. Eles vão.
- Levem faixas e cartazes com tais e tais dizeres. Eles levam.
- Peçam o impeachment. Eles pedem.
- Exijam a renúncia da presidente. Eles fazem novas faixas, grandes cartazes e exigem.
- Recusem a uma Intervenção Militar. Eles recusam.
- Atirem-se no abismo, poderia dizer qualquer um desses 'gurus. E a malta desnorteada atirar-se-ia.
E - ainda - se um dos grandes entre os gurus subitamente dissesse:
- Chega de hesitarem peçam a Intervenção Militar!
 

Oh! Então, os mais ardentes defensores do Impeachment que não serve para nada - instantaneamente tornariam-se Intervencionistas fervorosos e estariam nas ruas, nas portas dos Quartéis aos gritos de SOS Forças Armadas.
 

 

E não! Os 'gurus não têm culpa. Ao contrário, pregaram no deserto durante anos, décadas - e não foram ouvidos. Ao contrário, foram escorraçados, perseguidos, rechaçados, ridicularizados. Eles não se fizeram gurus. O povo os fez, ao descobrir que aqueles poucos chatos que estavam ali só para estragar a festa, estão absolutamente corretos.


Pobres 'gurus. Agora, o populacho os contempla à espera de qualquer balbucio que os oriente, porque ainda se recusam a pensar e tomar atitudes por contra própria. É um fenômeno muito comum. Chama-se covardia. 

 

É fácil seguir o Guru porque se depois de tanto relaxamento as reações não funcionarem, serão os Gurus, os bodes expiatórios, aqueles que serão acusados de des-orientar a multidão de coitadinhos, cúmplices construtores do Inferno que os atormenta.

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